quarta-feira, 19 de março de 2014

Esguia

Bom dia. Gostaria de te falar a respeito. Paria. Começava. E olhava para um futuro distante. Onde não havia manias de futuros distantes. Onde lima era tudo lima-nada. Onde os sentidos, eram sentidos por vias esguias. Om. De fininho, Bom dia. Neste dia  o infinito se curvará a meu pé, e com todo orgulho o pegarei em meus braços. E com todo carinho impossível. E com toda busca. Que nada te ofusca... Que teu brilho é vazio, e esguio, teu plantio, para o céu. que não há, hierarquia, consolidação da magia, pisa no chão deixa refletir passagens pelas juntas da bacia, na bicicleta balança tua coxa a lança a alma dança. Deixa o exagero. Como é bom o exagero. Quando é bom o exagero. Como é funil. O teu riso explosivo é vivo! Do infinito um risco de impulso vocal. Vocação. Não é sim? Por isso Tem que dizer não. Esguia. Trate na base da água fria aquele que não é via. Não via. Que seus poros se contraiam para que caia em si suas atitudes. Senão vaza, é degradante. Desconfortável hábito inócuo do teste ê peste! Protesta, mas não se mexe. Bundinha.  

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