Não sei da paixão quando vi que era célula e biologizei elogios.
Nem da depressão desde que pude dizê-la em nítidos meio fios.
Breu meu Romeu, é filme que corre...
Coisa que me faz, faz-se
Facultativa a vida.
Como um escândalo é relativo, nisso lido com sumiços
Faz de contas e realidade, joios com trigo e bicho, dentro da escala de dó é vício.
Para belas posições é necessário Olhos. Ouvido. Ponto.
quinta-feira, 20 de março de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
Esguia
Bom dia. Gostaria de te falar a respeito. Paria. Começava. E olhava para um futuro distante. Onde não havia manias de futuros distantes. Onde lima era tudo lima-nada. Onde os sentidos, eram sentidos por vias esguias. Om. De fininho, Bom dia. Neste dia o infinito se curvará a meu pé, e com todo orgulho o pegarei em meus braços. E com todo carinho impossível. E com toda busca. Que nada te ofusca... Que teu brilho é vazio, e esguio, teu plantio, para o céu. que não há, hierarquia, consolidação da magia, pisa no chão deixa refletir passagens pelas juntas da bacia, na bicicleta balança tua coxa a lança a alma dança. Deixa o exagero. Como é bom o exagero. Quando é bom o exagero. Como é funil. O teu riso explosivo é vivo! Do infinito um risco de impulso vocal. Vocação. Não é sim? Por isso Tem que dizer não. Esguia. Trate na base da água fria aquele que não é via. Não via. Que seus poros se contraiam para que caia em si suas atitudes. Senão vaza, é degradante. Desconfortável hábito inócuo do teste ê peste! Protesta, mas não se mexe. Bundinha.
sábado, 15 de março de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
Proposta Eventual
Coleta do correspondido:
Caracteriza-se o forro do teto do mundo.
De lama
Do curral
À porta um nome.
Deusa
da onda do curto
Circuito.
Circunstância...
Será tudo fortuito.
Gotas de orvalho, baralho,
Gorro de lã ao contrário,
Intuito.
domingo, 9 de março de 2014
Desescuro
Palitos em pontos de palavras dobradas
Perfurando pences num blusão de gladiador.
Dor doce de aventura
Calos e casos quentes
Retratados nos rins e nos dentes da frente...
Coerente.
Sou quase um humano em triângulo, um frango, na mesa...
Chocolate em choque deprimida de coque.
Porque fui pra rua nua na sua com a lua,
Desejei atenção em concha e
Voltei por um lado muda,
por outro trincha.
Mas coração que segue, é coração que incha...
Perfurando pences num blusão de gladiador.
Dor doce de aventura
Calos e casos quentes
Retratados nos rins e nos dentes da frente...
Coerente.
Sou quase um humano em triângulo, um frango, na mesa...
Chocolate em choque deprimida de coque.
Porque fui pra rua nua na sua com a lua,
Desejei atenção em concha e
Voltei por um lado muda,
por outro trincha.
Mas coração que segue, é coração que incha...
Assinar:
Postagens (Atom)



