segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Mas amo a vida como se fosse uma.

Vadia lua cheia noite estrelada amo a vida como se fosse uma. Vida boa light sem sentido sem busca ou procura, sem nada de mais nada de menos, sem tença. Amo o vício, o vício do luto o lutar o luto o lutar que deixa a cada minuto o último amor, pro recomeço, o preço re-conheço, gosto de sustentar a flexibilidade em equilíbrio porque gosto de tudo, de foto, de vídeo, de normas e novidades,
de contas de emoções, da justiça que tarda mas não falha... Me pergunto onde estão as obras das pessoas que apenas criticam e xingam e pensam que pensam que, te pergunto onde estão as obras das pessoas que fingem que elegância é silêncio mórbido. Me pergunto onde estão as pessoas que criam coisas vivas bonitas que não usam texto apenas apenas apenas apenas... Sou forte nesse sentido e em vários e rebelde e adolescente não, nem do contra, mas incandescente e indecente rola, hormônio poético o tempo todo, e a definição nunca é definitiva rola sangue rola lágrima e vida rola... Eu rolo tu rola? Rola tu? Rola vício de paz pacífico mas sem aquela. Rola aquela coisa de curioso de fontes referências contextos rola um desejo de mapear de onde venho. Pra onde aponto? Me refiro ao mundo. Me refiro ao mundo. Rola. Rola vida. Rola excelência, vontade de ser melhor, mas aí vem às vezes o questionamento do progresso, existe mesmo? Não. Não ou sim? Existe um início mesmo e um fim? Rola vida Rola vida Rola vida Rola, vida Rola vida Rola rola vida? Fiquei obssessiva e desobedeci. Fiquei chata como se não tivesse tempo. Fiquei com pressa fiquei arrítmica descompassada. Fiquei emocionada. Fiquei sólida prum lado estranho. Virei gelo virei sexo mal dado. Fiquei com essas manias dos cariocas dos bairristas dos sei lá. Dos que usam tal sistema imaginário, mas que sofrem por dentro e por entre as marcações do espaço um caos um caos demoníaco até de dar inveja porque é pura potência. Fiquei por dentro. Fiquei curvada e atônita, não sei explicar, era tudo tão nada quando começou! Tudo nada e depois era tudo ou nada e agora é... É e É e É. 
Gosto do cru. Sabe o cru, crudivorismo? Cenoura, pegou comeu. Tomate cebola. A minha filha come cebola que nem macã. Maçã de branca de neve já era pra ela, ela não passa por isso hoje em dia não, agora é Shrek. Não sei se precisa mesmo exigir de mim toda essa conecção, toda essa linkagem. Que voz que você tem em mim, você me faz querer amar de um ângulo jamais amargo. Eu ligo demais pra tudo que faz, é fogo, é água e é a batalha entre terra e mar, terra e árvore. Minhas obsessões, minhas opiniões fortes, inconvenientes, do contrário...  

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